Zakaria (Zacarias) علیه السلام

Zakaria (Zacarias) علیه السلام

A misericórdia de Allah sobre Zakaria

Esta é a história de um homem idoso e debilitado que amava e temia a Allah; um homem de idade avançada, chamado Zakaria (Zacarias) que passou sua vida adquirindo conhecimento e ensinando outros, apenas para agradar a Allah. O Alcorão nos conta sua história nos capítulos 3 e 19 e é semelhante à história contada no Evangelho de Lucas [Lucas 1:5-80]. Entretanto, nos concentraremos no que o Alcorão tem a nos dizer sobre esse homem abençoado:

“Este é o relato da misericórdia de teu Senhor, para com Seu servo Zakaria, quando ele chamou por seu Senhor, em secreto chamado. Disse: “Senhor meu! Por certo meus ossos, fraquejam e minha cabeça flameja encanecida, e, jamais, fui infeliz, Senhor meu, na súplica a Ti!” (Surah Maryam, 19:2-4)

Logo no início, o Alcorão descreve a história do profeta Zakaria como um “relato da misericórdia” de Allah. Isso mostra que tudo o que acontece com o profeta Zakaria, que a paz esteja sobre ele, é uma manifestação do cuidado divino: a velhice, a aparente impossibilidade de ter filhos e, finalmente, a resposta extraordinária à sua súplica.

Ao mesmo tempo, aprendemos que ele era um servo constante na adoração, que nunca se sentiu decepcionado ao invocar seu Senhor, mesmo quando a razão humana diria que já era tarde demais. Esse contexto prepara o leitor para entender que o profeta Zakaria é um exemplo de confiança, de paciência e de esperança em Allah, mesmo diante das limitações físicas e biológicas.

Quando ele afirma que “jamais foi infeliz” na súplica, Zakaria nos ensina que o crente não mede a aceitação da du’a apenas pelo resultado imediato, mas pelo fato de ser ouvido por Allah. Para o profeta Zakaria, o simples ato de chamar por Allah já era, em si, um motivo de conforto, porque sabia que seu Senhor o conhecia melhor do que ele mesmo. O tema central da história do profeta Zakaria, portanto, é a misericórdia de Allah e a resposta às súplicas sinceras, o que faz dessa narrativa uma fonte profunda de espiritualidade para qualquer muçulmano.


Quem era o profeta Zakaria?

O profeta Zakaria era um membro da família de Imran, uma família abençoada que também incluía Jesus e sua mãe Mariam. Quando a jovem Mariam foi para a Casa de Oração em Jerusalém, Allah, através de Sua sabedoria e graça, nomeou Zakaria como o guardião dela. Todo dia ele visitava Mariam para se assegurar de que todas as necessidades dela eram atendidas.

A devoção de Mariam a Allah impressionou Zakaria e ele ficou admirado pelas provisões que encontrava em seu quarto. Diz-se que ela tinha frutas de inverno durante o verão e frutas de verão durante o inverno (Ibn Kathir). Quando Zakaria perguntou como Mariam obtinha as frutas ela respondeu que Allah, o Sustentador, era Quem provinha seu sustento. Mariam disse:

“Ela disse: “De Allah.” Por certo, Allah dá sustento, sem conta, a quem quer.” (Surat Al ‘Imran, 3:37)

Dentro da tradição islâmica, a família de Imran é descrita como uma linhagem escolhida, na qual se reúnem profetas e servos sinceros. O profeta Zakaria, que a paz esteja sobre ele, surge como um pilar dessa família, alguém que serve como elo entre as gerações, transmitindo a revelação e a lei de Allah.

Ele atuava como sábio, professor e orientador espiritual, e sua função de guardião de Mariam demonstra o reconhecimento de sua retidão e conhecimento pelos demais piedosos da época. Não é qualquer pessoa que é colocada para cuidar daquela que seria a mãe de um dos grandes mensageiros de Allah.

O fato de Zakaria visitar Mariam diariamente reforça o retrato de um homem humilde e simples no trato com as pessoas, ainda que elevado em status diante de Allah. Ele não se contentava em ensinar à distância; acompanhava, observava, aconselhava e aprendia.

A cena das provisões milagrosas no quarto de Mariam não é apenas um milagre isolado, mas parte de um ambiente de adoração constante, no qual tanto Mariam quanto Zakaria viviam em lembrança de Allah. Essa convivência vai moldar o modo como o profeta Zakaria compreenderá a generosidade divina, levando-o mais tarde a suplicar por um filho, mesmo em idade avançada.


A devoção de Mariam e a lição aprendida por Zakaria

Quando Zakaria observou a submissão total de Mariam a Allah e sua fé inabalável, seus olhos foram abertos para um novo conceito (Ibn Kathir). Não importa o quão esmagadores, ou então, o quão insignificantes nossas necessidades possam nos parecer, Allah está sempre pronto para ouvir e responder. Esta é uma ideia muito importante a ser contemplada. Allah dará a Seus servos virtuosos de forma ilimitada.

Mariam tinha recebido frutas fora da estação; Zakaria suplicou por algo, que de acordo com os padrões humanos não era possível, porque ele e sua esposa eram muito idosos e a época de conceberem uma criança já havia passado. As dádivas de Allah não estão restritas a limitações mundanas, pelo contrário, tudo é possível. Zakaria aprendeu essa lição importante de sua tutelada, Mariam.

Nessa cena, o papel de Mariam não é apenas o de alguém que recebe provisões milagrosas, mas também de uma mestra prática de tawakkul, a confiança absoluta em Allah. Ao responder simplesmente “De Allah”, ela resume uma teologia inteira: a crença de que todo bem, visível ou invisível, vem d’Ele, sem que precise ser explicado por causas materiais. O profeta Zakaria, já idoso e experiente, aprende com uma jovem devota que nada limita o poder de Allah, e que a generosidade divina ultrapassa qualquer cálculo humano. Assim, a história do profeta Zakaria mostra também a humildade de um profeta que está disposto a aprender lições espirituais com aqueles que protege.

Esse aprendizado é o ponto de virada em sua vida. Ele entende que, se Allah é capaz de trazer frutos fora de estação, também é capaz de lhe conceder um filho fora da “estação” natural da fertilidade. A lição é profunda para os leitores muçulmanos: muitas vezes, é ao observarmos a fé de outras pessoas, mais simples ou mais jovens, que renovamos nossa própria confiança em Allah. O exemplo de Mariam reacende em Zakaria a esperança que talvez estivesse escondida no fundo do coração, e é a partir daí que ele faz sua famosa súplica.


A súplica secreta por um herdeiro piedoso

Assim, Zakaria suplicou a seu Senhor em segredo, dizendo que era velho, seu cabelo era grisalho e sua esposa também era velha e estéril; ainda assim ele desejava um herdeiro que agradasse a Allah. Zakaria pediu um filho que herdasse dele – e ele não estava pensando em termos de riqueza, porque era pobre. Ele desejava um filho para continuar a missão profética e propagar o conhecimento que havia adquirido durante sua vida. Allah respondeu imediatamente e disse:

“Então, os anjos chamaram-no enquanto orava, de pé no santuário: “Allah alvissara-te o nascimento de Yahia, João, confirmador de um Verbo de Allah; e será senhor, e casto, e profeta entre os íntegros.” (Surat Al ‘Imran, 3:39)

Nesse versículo do Alcorão o “Verbo de Allah” tem um significado específico: Jesus, porque ele foi criado por uma palavra vinda de Allah – “Sê” (e ele foi). O filho de Zacaria, Yahia (João Batista – clique aqui para ler sua história), estava entre aqueles que acreditavam e seguiam a mensagem de Jesus, que a paz esteja sobre ambos.

A forma como o profeta Zakaria faz sua súplica é cheia de humildade. Ele menciona sua própria fraqueza, reconhecendo que seus ossos já enfraqueceram e seus cabelos embranqueceram, mas, ao mesmo tempo, recorda que nunca foi infeliz na súplica. Ao falar de si dessa maneira, ele não se queixa, e sim demonstra total consciência de sua condição humana e da grandeza de Allah. A escolha de fazer essa súplica “em secreto chamado” mostra que a relação entre o servo e seu Senhor é íntima e profunda, e não depende de exposição ou elogios humanos.

Além disso, o conteúdo do pedido de Zakaria nos ensina muito sobre a prioridade de um profeta. Ele não pede um filho para se orgulhar, nem para aumentar sua riqueza ou influência. Ele deseja um herdeiro que continue a carregar o legado espiritual, o conhecimento da revelação e a prática da lei de Allah. Em outras palavras, pede um filho que seja servo de Allah e líder piedoso para o povo. Isso nos convida a refletir sobre as intenções por trás dos nossos próprios pedidos: quando pedimos algo, buscamos apenas um benefício mundano ou também a continuidade do bem e da obediência a Allah?


A confirmação do milagre e o sinal concedido a Zakaria

Quando Zacaria recebeu essa notícia surpreendente ele estava rezando. Ele respondeu perguntando como isso seria possível, considerando sua idade avançada e a esterilidade de sua esposa. Allah, então, confirmou a lição que Mariam havia compreendido:

“Allah faz o que quer.” (Surat Al ‘Imran, 3:40)

Zacaria pediu um sinal, perguntando-se como saberia que esse milagre estava realmente acontecendo a ele e à sua esposa. Allah respondeu que ele (Zacaria) não seria capaz de se comunicar, exceto através de sinais. Zacaria foi instruído a passar o tempo lembrando e glorificando Allah, e quando deixou seu local de oração, já estava incapacitado de falar.

A reação do profeta Zakaria não é de dúvida na capacidade de Allah, mas de espanto diante da misericórdia divina. Em outras passagens, o Alcorão mostra profetas fazendo perguntas semelhantes, como Mariam ao receber a notícia de que teria um filho sem ter sido tocada por homem algum. Nesses casos, a pergunta não é uma objeção, e sim um pedido de esclarecimento sobre como o milagre se manifestará. Da mesma forma, Zakaria pergunta “como” e recebe, em resposta, um sinal e uma afirmação clara: Allah faz o que quer, sem depender das causas habituais.

O sinal de permanecer sem falar por determinado período também é uma forma de educação espiritual. Em vez de sair contando a todos imediatamente, Zakaria é levado ao silêncio, à contemplação e à lembrança constante de Allah. Sua incapacidade de falar se torna um exercício de disciplina interior: menos palavras com as pessoas, mais dhikr, mais pensamento sobre a promessa de Allah. Assim, o próprio processo de espera se transforma em adoração. Para os crentes, essa dimensão da história mostra que, muitas vezes, quando Allah atrasa um resultado ou coloca uma condição, é para que cresçamos em paciência, lembrança e confiança.


O esforço de Zakaria e sua esposa na obediência

O Alcorão nos conta que o profeta Zakaria e sua esposa fizeram boas ações, suplicaram a Allah com temor e esperança e foram humildes, e dessa forma Allah os recompensou em sua idade avançada, com um filho:

“Então, atendemo-lo e dadivamo-lo com Yahiã, João, e tomamos fecunda sua mulher. Por certo, eles se apressavam para as boas cousas e Nos invocavam com rogo e veneração. E foram humildes coNosco.” (Surat Al-Anbiya, 21:90)

Esse versículo traz um resumo da vida espiritual do profeta Zakaria e de sua esposa: eles se apressavam para as boas ações, invocavam Allah com súplicas cheias de temor e esperança e eram humildes. Não se tratava apenas de fazer du’a em um momento de necessidade; toda a vida do casal era moldada pela obediência a Allah. Assim, quando solicitaram algo aparentemente impossível, já tinham um histórico de retidão e sinceridade, e isso faz parte da sabedoria divina em aceitar sua súplica.

A expressão “se apressavam para as boas cousas” indica que eles não eram pessoas passivas. Ao contrário, buscavam oportunidades para praticar o bem: adoração, caridade, ensino, paciência. O equilíbrio entre “rogo e veneração” mostra que o coração deles não pendia somente para o medo nem apenas para a esperança; viviam na justa medida dos dois sentimentos, conscientes da grandeza de Allah e de Sua misericórdia. E, por fim, a humildade diante de Allah é o selo que coroa as suas qualidades. Quem é humilde sabe que não merece nada por direito próprio, e que toda graça é presente de Allah.

Para o muçulmano que lê essa história, fica claro que a aceitação das súplicas está profundamente ligada ao modo de vida. Não basta pedir e, ao mesmo tempo, insistir em desobediências graves. O exemplo do profeta Zakaria e de sua esposa mostra que a combinação entre boas obras, súplicas sinceras e humildade abre caminhos para bênçãos inimagináveis, ainda que pareçam contrariar as leis aparentes da natureza.


O nascimento e as virtudes de Yahia

Essa não era uma criança comum. Yahia recebeu sabedoria ainda na infância e foi instruído por Allah para aderir firmemente à Torá. Era compreensivo e capaz de demonstrar compaixão e misericórdia pela humanidade. Allah criou Yahia virtuoso e livre de pecados:

“Ó Yahia! Toma o Livro, com firmeza! E concedemo-lhe a sabedoria, em sendo infante, e ternura, de Nossa parte, e pureza. E era piedoso.” (Alcorão 19:12-13)

O nascimento de Yahia é, portanto, a continuação do milagre concedido ao profeta Zakaria. Não se trata apenas de o casal idoso ter um filho, mas de esse filho ser, desde cedo, um modelo de piedade. A ordem “Toma o Livro, com firmeza” mostra que o compromisso com a revelação começa já na infância, quando a personalidade ainda está sendo formada. Yahia é apresentado como alguém que une conhecimento, doçura de caráter e pureza de alma, atributos importantes para um profeta que continuará a missão de chamar as pessoas à adoração de Allah.

A menção à “ternura” e à “pureza” destaca que o conhecimento religioso, por si só, não é suficiente. Yahia não era apenas um estudioso da Torá, mas também alguém dotado de coração compassivo, capaz de se aproximar das pessoas com misericórdia. Isso é uma lição importante para todos os que estudam e ensinam o Islam: o conhecimento deve ser acompanhado por um caráter que reflita a misericórdia de Allah, evitando dureza desnecessária. Ao mesmo tempo, a pureza aqui pode ser entendida como afastamento dos pecados grandes, dos desvios de crença e da imoralidade, o que reforça o papel de Yahia como exemplo de retidão.

Assim, o nascimento de Yahia fecha um ciclo de súplica, paciência e promessa cumprida. O profeta Zakaria desejava um herdeiro que mantivesse viva a mensagem de Allah, e foi exatamente isso que recebeu: um filho profeta, que confirmou o “Verbo de Allah”, Jesus, que a paz esteja sobre ambos, e continuou o chamado ao monoteísmo em meio a seu povo.


Lições espirituais da história do profeta Zakaria

A história do profeta Zakaria, que a paz esteja sobre ele, é rica em lições para a vida do muçulmano contemporâneo. Primeiramente, ensina a não perder a esperança na misericórdia de Allah, mesmo quando as circunstâncias parecem definitivas. A velhice, a esterilidade e a fraqueza física não foram obstáculos para que Allah realizasse Seu decreto. Em nossas vidas, também enfrentamos situações que julgamos impossíveis de mudar; ao observar o profeta Zakaria, aprendemos que a porta de Allah nunca se fecha para quem O invoca sinceramente.

Outra lição importante diz respeito à intenção por trás dos nossos pedidos. Zakaria não buscava apenas a alegria de ser pai, ainda que isso seja permitido e natural. Ele pediu um filho que fosse herdeiro de sua missão, portador do conhecimento da revelação e líder piedoso para o povo. Assim, a história do profeta Zakaria nos incentiva a alargar as intenções: pedir provisão, saúde ou filhos, mas sempre com o objetivo de melhor servir a Allah e beneficiar os outros. Isso transforma pedidos pessoais em súplicas de grande valor espiritual.

Também aprendemos o papel do silêncio e da contemplação. Quando Allah lhe dá o sinal de que não poderia falar por algum tempo, Zakaria é conduzido a um estado de recolhimento, no qual sua principal ocupação é lembrar e glorificar Allah. Em um mundo marcado por excesso de palavras e distrações, esse aspecto da história do profeta Zakaria nos convida a momentos de recolhimento, nos quais reduzimos as falas com as pessoas e aumentamos a conversa íntima com Allah.

Por fim, a convivência de Zakaria com Mariam mostra que a fé se fortalece em ambientes de devoção e boa companhia. Foi ao ver os sinais na vida de Mariam que seu coração se abriu para um pedido que talvez ele nunca tivesse ousado fazer antes. Isso nos lembra da importância de círculos de conhecimento, de lares em que o Alcorão é recitado e de amizades que nos incentivam a confiar mais em Allah. A história do profeta Zakaria é, portanto, uma história de família, de comunidade e de transmissão do legado da fé.


Conclusão: o exemplo do profeta Zakaria

As súplicas sinceras de um homem idoso e sua esposa estéril foram aceitas por Allah, e uma lição valiosa foi ensinada a toda a humanidade. As graças de Allah são ilimitadas. Ele é o Provedor, o Sustentador, o Único!

Fonte: Histórias dos Profeta, Ibn Kathir e islam religion

O profeta Zakaria, que a paz esteja sobre ele, permanece como um modelo de servo dedicado, estudioso, paciente e confiante em seu Senhor. Sua história, ligada à de Mariam, de Yahia e de Jesus, que a paz esteja sobre todos eles, mostra que a misericórdia de Allah se manifesta de formas inesperadas, mas sempre sábias. Ao refletirmos sobre sua vida, somos convidados a renovar nossa confiança em Allah, aperfeiçoar nossas súplicas, buscar o bem com rapidez e manter a humildade em todos os momentos.

Para a comunidade muçulmana de hoje, revisitar a história do profeta Zakaria significa lembrar que nenhum esforço sincero é perdido, que nenhuma du’a feita com coração humilde passa despercebida e que a proteção e o sustento de Allah podem chegar de maneiras que superam as expectativas humanas. Assim, ao ler e ensinar sobre o profeta Zakaria, mantemos vivo o legado de uma das figuras mais belas da família de Imran e fortalecemos, em nossos próprios corações, o laço com o Senhor dos Mundos.


Referências

  1. Alcorão Sagrado, tradução para o português de Helmi Nasr, Liga da Comunidade Islâmica, diversas edições.
  2. Ibn Kathir, História dos Profetas (Qasas al-Anbiya’), várias edições em árabe e em tradução para o português/inglês.
  3. “The Story of Zakariya and Yahya”, IslamReligion.com, seção de histórias dos profetas.
  4. Obras de tafsir clássicos sobre as suratas Al ‘Imran, Maryam e Al-Anbiya’, como Tafsir Ibn Kathir e Tafsir At-Tabari (em árabe).
  5. Coleções de hadith autênticos utilizadas para estudo do contexto das histórias proféticas, como Sahih al-Bukhari e Sahih Muslim (consultadas para o enquadramento geral, mesmo sem citação literal específica).
  6. Estudos introdutórios sobre os profetas mencionados no Alcorão, publicados em sites de fiqh e aqidah, como IslamQA.info e Sunnah.com, para complementação temática.

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