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Introdução: dias abençoados para todos
Pela graça de Allah, o mês de Dhul-Hijjah, o mês do Hajj ou Peregrinação, é um dos mais nobres do calendário islâmico. Nele, Allah assinalou dias de excepcional bênção tanto para os peregrinos que estão na Terra Sagrada quanto para os muçulmanos que permanecem em suas casas e cidades ao redor do mundo. Essa distinção é importante: os privilégios deste mês não são exclusivos de quem realiza o Hajj. Ao contrário, as portas das boas ações multiplicadas, do jejum recompensado, do takbir e do sacrifício estão abertas a toda a Ummah, independentemente de onde o crente esteja.
Compreender as virtudes e os atos de adoração ligados ao mês de Dhul-Hijjah é uma responsabilidade de todo muçulmano que deseja aproveitar os tempos de misericórdia e perdão que Allah abriu generosamente. Neste artigo, apresentamos as principais ações recomendadas neste mês abençoado, com base nos textos autênticos do Alcorão e da Sunnah e nas orientações dos eruditos clássicos, para que cada crente possa vivê-las com conhecimento e intenção sincera.
Os primeiros dez dias: os melhores do ano
Os primeiros dez dias de Dhul-Hijjah são amplamente reconhecidos pelos estudiosos como os melhores e mais virtuosos dias do ano inteiro. Não se trata de uma preferência arbitrária, mas de algo confirmado por evidências textuais sólidas da Sunnah e do próprio Alcorão. O Profeta Muhammad ﷺ afirmou claramente que esses são os dias mais amados por Allah para a realização de boas ações, superando até mesmo outras épocas que o muçulmano poderia considerar igualmente nobres.
Imam Ibn al-Qayyim (m. 751 H), que Allah tenha misericórdia dele, reuniu esse entendimento de forma precisa em seu Zadul-Ma’ad (1/56):
“Verdadeiramente, os seus dias são os mais excelentes de todos os dias para Allah. E foi confirmado no Sahih al-Bukhari (2/382), de Ibn ‘Abbas, que Allah esteja satisfeito com ele, que disse que o Mensageiro de Allah ﷺ afirmou: ‘Não há nenhum outro dia nos quais as boas ações são mais amadas para Allah do que nestes dez dias.’ De seguida, ele foi perguntado, ‘Nem mesmo jihad na causa de Allah?’ Ele respondeu, ‘nem mesmo jihad na causa de Allah, exceto para uma pessoa que parta consigo mesma e com a sua riqueza, e regresse sem nada.'”
A grandeza desses dias é tão elevada que Allah os tomou como testemunho em Seu próprio Livro. O juramento divino em versículos sagrados indica a magnitude e o benefício de algo perante Ele, e Dhul-Hijjah recebeu essa honra inconfundível:
“Pela aurora! E pelas dez noites!” (Surah Al-Fajr, versículos 1 e 2) (89:1-2)
Ibn ‘Abbas, Ibn al-Zubayr e Mujahid, entre outros dos salaf, interpretaram essas “dez noites” como os primeiros dez dias de Dhul-Hijjah, e esse entendimento tornou-se o mais aceito entre os comentaristas clássicos e contemporâneos. O juramento de Allah por esses dias é, por si só, uma das maiores provas de sua excelência.
Realizar boas ações: multiplicação da recompensa
Diante da grandeza desses dias, os estudiosos são unânimes em afirmar que qualquer boa ação realizada nos primeiros dez dias de Dhul-Hijjah carrega uma recompensa superior à mesma ação realizada em qualquer outro período do ano. Isso inclui oração, jejum, sadaqah, recitação do Alcorão, dhikr, visita a familiares, cuidado com pais idosos, e todo ato de obediência sincera a Allah. O crente sábio, portanto, intensifica seus esforços neste período, sabendo que cada gesto de bondade vale mais do que em outros momentos.
O Profeta Muhammad ﷺ disse, conforme narrado por at-Tabarani em al-Kabir (3/110/01) e autenticado por al-Mandhari em at-Targhib wat-Tarhib (2/24):
“Não há nenhum outro dia maior com Allah, e no qual as boas ações são mais amadas para Ele, do que estes dez dias. Por isso, aumentem em pronunciar tasbih (dizer subhanAllah), tamhid (dizer alhamdulillah), tahlil (dizer la ilaha illallah) e takbir (dizer Allahu Akbar) durante eles.”
Esse hadith mostra que o dhikr contínuo é uma das mais recomendadas ações durante os dez dias, e que as fórmulas de glorificação de Allah devem ser recitadas em abundância nas casas, mesquitas, mercados e em todo lugar onde seja lícito lembrar de Allah. Ibn ‘Umar e Abu Hurairah, que Allah esteja satisfeito com eles, costumavam sair ao mercado durante os dez dias recitando o takbir em voz alta, e as pessoas ao redor se lembrariam de fazê-lo individualmente ao ouvi-los, cada um recitando por si mesmo.
É igualmente recomendável aproveitar esses dias para se aproximar de Allah por meio do jejum dos primeiros nove dias, da leitura e meditação sobre o Alcorão, do cuidado com os laços de parentesco, da caridade e do arrependimento sincero. Os estudiosos indicam que as obrigações realizadas nesses dias têm ainda maior peso do que em outros momentos, e as ações voluntárias superam as voluntárias de qualquer outro período do ano.
Jejum no dia de ‘Arafah
O nono dia de Dhul-Hijjah é o dia de ‘Arafah, assim chamado porque é neste dia que os peregrinos se reúnem no monte de ‘Arafah, em um dos momentos mais tocantes de toda a religião, orando, chorando e suplicando ao seu Senhor. Para quem não está realizando o Hajj, esse dia carrega uma das maiores virtudes do calendário islâmico: o jejum voluntário, considerado mustahabb (altamente recomendado) pela maioria dos estudiosos.
O Profeta Muhammad ﷺ foi questionado sobre o jejum no dia de ‘Arafah e respondeu, conforme relatado por Muslim (n.º 1162) de Abu Qatadah, que Allah esteja satisfeito com ele:
“É uma expiação para os pecados do ano passado e do ano próximo.”
Essa recompensa extraordinária — a expiação de dois anos de pecados menores por um único dia de jejum — é um dos maiores convites que a Sunnah faz ao crente para não perder essa oportunidade. Imam at-Tirmidhi (m. 275 H), que Allah tenha misericórdia dele, registrou em seu Jami’ (3/377) que os estudiosos consideram esse jejum unanimemente recomendável, com a única exceção dos próprios peregrinos que estão fisicamente em ‘Arafah: para eles, não é sunnah jejuar naquele dia, pois o Profeta ﷺ não o fez durante sua peregrinação, e o peregrino precisa de força para a grande duaa do dia.
Além do jejum, o dia de ‘Arafah é conhecido por uma virtude ainda mais impressionante: é o dia em que mais servos são libertados do Fogo do Inferno. O Profeta Muhammad ﷺ disse, conforme relatado por Muslim (n.º 1348) de ‘Aishah, que Allah esteja satisfeita com ela:
“Não existe outro dia no qual Allah liberta mais pessoas do Fogo do que no dia de ‘Arafah. Ele aproxima-Se delas e, de seguida, revela-Se perante os Seus Anjos dizendo: ‘O que estão estas pessoas à procura?'”
Essa revelação de orgulho divino pelas pessoas reunidas em ‘Arafah é uma honra que se estende, por reflexo, ao dia inteiro, tornando-o sagrado também para quem está distante da Terra Sagrada. O crente que jejua em casa, recita dhikr, faz duaa e busca o arrependimento nesse dia está participando, à sua maneira, desta manhã de misericórdia.
O dia de an-Nahr e o ‘Eid al-Adha
O décimo dia de Dhul-Hijjah é o dia de an-Nahr, o dia do abate, que marca o encerramento dos rituais maiores do Hajj. Este é o mais excelente dia do ano na perspectiva da maioria dos estudiosos, superando inclusive o próprio dia de ‘Arafah, segundo a posição mais correta. Ele celebra também a memória de uma das maiores provações da história profética: a disposição de Ibrahim, que a paz esteja sobre ele, para sacrificar seu filho primogênito Ismail, que a paz esteja sobre ele, em obediência a Allah, que em Sua misericórdia substituiu o filho por um carneiro.
O Shaykhul-Islam Ibn Taymiyyah (m. 728 H), que Allah tenha misericórdia dele, afirmou em Majmu’ al-Fatawa (25/288):
“O mais excelente dia da semana é a sexta-feira, pelo consenso dos sábios. E o mais excelente dia do ano é o dia de an-Nahr. E alguns deles dizem que é o dia de ‘Arafah. Contudo, a primeira opinião é a correta, visto que está relatado nas coleções Sunan que o Profeta ﷺ disse: ‘Dos mais excelentes dias com Allah é o dia de an-Nahr, e depois o dia de al-Qarr (o dia em que os muçulmanos residem em Mina).'” (Sahih: Sunan Abu Dawud, n.º 1765, autenticado por al-Albani em Irwa’ al-Ghalil, n.º 2018)
O Profeta Muhammad ﷺ também afirmou, conforme Sunan Abu Dawud (n.º 1945), que o maior dia do Hajj é o dia de an-Nahr, reforçando a centralidade deste momento sagrado. Nesse dia, os muçulmanos ao redor do mundo celebram o ‘Eid al-Adha, a Festa do Sacrifício, uma das duas grandes festividades que Allah concedeu a esta Ummah em substituição às festas da época da ignorância pré-islâmica (jahiliyyah).
Anas ibn Malik, que Allah esteja satisfeito com ele, narrou que o Profeta Muhammad ﷺ chegou a Madinah e o povo tinha dois dias de diversão herdados da jahiliyyah. O Profeta disse, conforme relatado por Ahmad (3/103) e autenticado por al-Hafidh Ibn Hajr em Bulugh al-Maram (n.º 398):
“Eu vim para vocês, e já possuíam nos tempos da jahiliyyah dois dias de diversão e entretenimento. Entretanto, Allah os substituiu por algo melhor: o dia de al-Adha (sacrifício) e o dia de al-Fitr (fim do jejum).”
Essa substituição não é apenas simbólica. Ela mostra que o Islam não privou os muçulmanos de alegria e celebração, mas elevou essa alegria a um nível de gratidão e adoração, conectando a festa ao reconhecimento da misericórdia e dos dons de Allah.
O sacrifício: obrigação e condições
O ‘Eid al-Adha é o dia em que os muçulmanos realizam o sacrifício de um camelo, vaca, carneiro ou bode, em memória do sacrifício de Ibrahim, que a paz esteja sobre ele. Segundo a opinião mais correta dos estudiosos, esse sacrifício é obrigatório para todo aquele que possui os meios necessários, e não uma mera sunnah opcional. Ibn Taymiyyah explicou essa posição em detalhe em Majmu’ al-Fatawa (23/162-164).
A base dessa obrigatoriedade está no hadith relatado por Ibn Majah (n.º 3123), de Abu Hurairah, que Allah esteja satisfeito com ele, classificado como hasan por al-Albani em Takhrij Mushkilat al-Fiqr (n.º 398):
“Aquele que tem a capacidade de sacrificar, mas escolhe não o fazer, não deve aproximar-se do nosso local de oração do ‘Eid.”
Esse enunciado firme do Profeta Muhammad ﷺ indica que o sacrifício não é algo deixado ao gosto pessoal de quem pode efetuá-lo. É uma responsabilidade religiosa séria, e quem a abandona sem razão legítima faz algo reprovável. Além disso, o tempo do sacrifício é regulado: deve ser feito após a oração do ‘Eid, e não antes, como confirmado pelo hadith de Jundub ibn ‘Abdullah al-Bajali, relatado por al-Bukhari (n.º 5562) e Muslim (n.º 1960). Quem sacrificar antes da oração deve repetir o ato, pois ele não foi válido.
Há ainda uma norma especialmente importante para quem pretende sacrificar: a partir do primeiro dia de Dhul-Hijjah e até a conclusão do sacrifício, o responsável pelo ato — normalmente o chefe da família — não deve cortar cabelo nem unhas. Esse é um ensinamento direto do Profeta Muhammad ﷺ, conforme relatado por Muslim (n.º 1977) de Umm Salamah, que Allah esteja satisfeita com ela:
“Quando se iniciam os dez dias, e um de vocês planeja sacrificar, então que não corte o seu cabelo ou as suas unhas.”
Glorificar Allah com o takbir
A partir do amanhecer do dia de ‘Arafah, o nono de Dhul-Hijjah, até a oração do ‘Asr do décimo terceiro dia, que é o último dos dias de at-Tashriq, os muçulmanos são orientados a aumentar o takbir, ou seja, a repetir “Allahu Akbar” com presença de coração, em casa, na mesquita e em outros lugares lícitos.
Imam al-Khattabi (m. 456 H), que Allah tenha misericórdia dele, explicou a sabedoria por detrás dessa prescrição, conforme citado no Fath al-Bari (21/586):
“A sabedoria por detrás de se dizer o takbirat nestes dias é que nos períodos da jahiliyyah (ignorância pré-islâmica), as pessoas costumavam abater para os seus tawaghit (falsos objetos de adoração). Assim, o takbirat foi prescrito de forma a indicar que o ato do abate é apenas direcionado para Allah, e mencionando apenas o Seu Nome – Poderoso e Majestoso.”
O takbir, portanto, não é um mero costume cultural: é uma declaração de tawhid no momento em que o sangue do sacrifício escorre. Ele afirma publicamente que nenhum abate, nenhuma oferenda e nenhum ato de adoração é direcionado a qualquer criatura, mas exclusivamente a Allah.
Shaykhul-Islam Ibn Taymiyyah, que Allah tenha misericórdia dele, disse em Majmu’ al-Fatawa (24/220) que a posição mais correta, sustentada pela maioria dos salaf e dos sábios entre os Companheiros e Imams, é iniciar o takbir a partir do Fajr do dia de ‘Arafah até o último dia de at-Tashriq. Al-Hafidh Ibn Hajr assinalou, no entanto, em Fath al-Bari (1/587), que o mais correto é não limitar o takbir a ser pronunciado apenas após cada oração obrigatória, mas estendê-lo a todos os momentos lícitos.
Ibn Abi Shaybah relata, com isnad autêntico, que ‘Ali ibn Abi Talib, que Allah esteja satisfeito com ele, costumava fazer o takbir a partir do Fajr do dia de ‘Arafah até o ‘Asr do último dia de at-Tashriq, como exemplo prático dessa sunnah recebida dos Companheiros.
As fórmulas corretas do takbir
Uma questão importante no tema do takbir de Dhul-Hijjah é qual é exatamente a fórmula correta a ser pronunciada. Não foi relatado nenhum texto autêntico específico do Profeta Muhammad ﷺ indicando uma fórmula exclusiva. No entanto, foram autenticamente relatadas expressões dos Companheiros, que receberam esse conhecimento diretamente do Profeta ﷺ e da prática da comunidade islâmica original.
Ibn Mas’ud, que Allah esteja satisfeito com ele, dizia, conforme relatado por Ibn Abi Shaybah com cadeia de narração autêntica:
“Allahu Akbar, Allahu Akbar, laa ilaha illallah, wallahu Akbar, Allahu Akbar wa lillahil-hamd.” (Allah é o Maior, Allah é o Maior. Ninguém tem o direito de ser adorado exceto Ele. E Allah é o Maior, Allah é o Maior. E a Ele pertencem todos os louvores.)
Ibn ‘Abbas, que Allah esteja satisfeito com ele, dizia, conforme relatado por al-Bayhaqi (3/315) com cadeia de narração autêntica:
“Allahu Akbar, Allahu Akbar, Allahu Akbar, wa lillahil-hamd. Allahu Akbar wa ajalla. Allahu Akbar ‘ala ma hadana.” (Allah é o Maior, Allah é o Maior, Allah é o Maior, e a Allah pertence todo o louvor. Allah é o Maior e o Sublime. Allah é maior ao que Ele nos guiou.)
Infelizmente, muitos muçulmanos abandonaram essas fórmulas autênticas dos salaf e, em seu lugar, adotaram expressões e melodias que não têm base nos textos. Al-Hafidh Ibn Hajr (m. 856 H), que Allah tenha misericórdia dele, alertou com precisão no Fath al-Bari (2/536):
“De fato, têm sido inventadas adições sobre este dia que não possuem nenhuma base.”
O ensinamento dos salaf é a bússola segura nessa questão, como lembrou um dos eruditos clássicos: “Todo o bem está em seguir os salaf; e todo o mal está nas inovações daqueles que vieram depois.” Voltar às fórmulas autênticas dos Companheiros é um ato de fidelidade ao exemplo profético e de proteção da Sunnah.
Conclusão: aproveitar os dias mais nobres
Os primeiros dez dias de Dhul-Hijjah, o dia de ‘Arafah, o ‘Eid al-Adha e os dias de at-Tashriq formam o conjunto mais abençoado do calendário islâmico. Para o peregrino, eles representam o coroamento da peregrinação. Para quem está em casa, representam uma oportunidade insubstituível de se aproximar de Allah por meio do jejum, do dhikr, das boas ações, do sacrifício e do takbir abundante. A Sunnah do Profeta Muhammad ﷺ e o exemplo dos Companheiros mostram como aproveitar cada momento deste período sagrado com intenção firme e prática baseada no conhecimento correto.
Que Allah nos conceda alcançar esses dias com saúde, fé e intenção sincera, e que aceite de nós nossas boas ações. E todo o louvor é para Allah, o Senhor dos mundos, e que Allah enalteça e envie as mais seletas bênçãos de paz sobre o Profeta Muhammad ﷺ, sua família, seus Companheiros e todos aqueles que os seguem com sinceridade até o Dia do Juízo.
Referências
- Alcorão Sagrado, tradução dos significados para o português por Helmi Nasr.
- Hadith de Ibn ‘Abbas em Sahih al-Bukhari (2/382) e Sahih Muslim, sobre as boas ações nos dez dias serem as mais amadas por Allah, superando inclusive o jihad, exceto para o que parte com tudo e nada retorna.
- Hadith de Abu Qatadah em Sahih Muslim (n.º 1162), sobre o jejum no dia de ‘Arafah ser expiação pelos pecados do ano anterior e do seguinte.
- Hadith de ‘Aishah em Sahih Muslim (n.º 1348), sobre o dia de ‘Arafah ser o dia em que mais servos são libertados do Fogo, e Allah Se revela aos anjos dizendo: “O que estão estas pessoas à procura?”.
- Hadith de Anas em Musnad Ahmad (3/103), autenticado por Ibn Hajr em Bulugh al-Maram (n.º 398), sobre a substituição das festas da jahiliyyah pelo ‘Eid al-Adha e o ‘Eid al-Fitr.
- Hadith de Abu Hurairah em Sunan Ibn Majah (n.º 3123), classificado como hasan por al-Albani, sobre a obrigatoriedade do sacrifício para quem possui os meios.
- Hadith de Umm Salamah em Sahih Muslim (n.º 1977), sobre a proibição de cortar cabelo e unhas para quem pretende sacrificar durante os dez dias.
- Ibn al-Qayyim al-Jawziyah, Zadul-Ma’ad (1/56), comentário sobre a excelência dos dez dias e a posição dos salaf sobre o dhikr nesse período.
- Ibn Taymiyyah, Majmu’ al-Fatawa (24/220 e 25/288), posições sobre o takbir, o dia de an-Nahr e o sacrifício do ‘Eid.
- Ibn Hajr al-‘Asqalani, Fath al-Bari (1/587 e 2/536), alertas sobre fórmulas indevidas de takbir e orientações sobre o período correto da glorificação.


