Celebração do Natal

 

 

 

Por Ibn Taymiyyah (rahimahullah)

Ibn Taymiyyah menciona:

“O veredito da Shari’ah é de que os muçulmanos não devem fazer qualquer ação particular nos festivais religiosos dos descrentes que eles normalmente não fazem em outros dias. Em vez disso, devem tratar esses dias como qualquer outro dia habitual. O Profeta (que a paz e as bençãos de Allah estejam com ele) proibiu os seus Companheiros de desporto e diversão em dois dias particulares nos quais os Árabes pré-Islâmicos costumavam realizar desportos.

Da mesma forma, proibiu-os de sacrificarem os seus animais nos lugares em que os politeístas costumavam celebrar os seus festivais.”

 

Ele então menciona:

“Os descrentes celebram com muita ostentação e exibem uma festa no dia 25 de dezembro na crença de que esse foi o dia do nascimento do profeta Jesus (que a paz esteja com ele). Os rituais associados com os cristãos, como exemplo, a iluminação de fogo, a preparação de pratos doces, etc., são indesejáveis. É um artigo de fé dos cristãos de que seja um dia sagrado. Este conceito não tem qualquer base no Islam. Esta festividade não está relatada nos dias dos nossos predecessores piedosos. Nos tempos posteriores, os muçulmanos parecem tê-la emprestado dos cristãos...

Esta é uma crença cristã e os muçulmanos estão proibidos de entretê-la.”

 

De seguida menciona:

“Os muçulmanos são proibidos de se juntarem a estas festividades religiosas do povo do livro [cristãos e judeus] e de outros descrentes; por dois motivos:

Primeiro: representam uma semelhança com os descrentes.

Segundo: são atos de inovações.

Todas essas festividades e exibições, que se tornaram populares como resultados de inovações, são para serem tratadas da mesma forma, quer se assemelhem à pratica dos descrentes ou não.”

 

[Retirado de “Mukhtasar Iqtidhaa’ As-Siraat Al-Mustaqeem” por Ibn Taymiyyah, p.17-18]

Fonte: The Autentic Base

Tradução: Mariama bint Carlos


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