Organização Geral dos Métodos de Educação e Ensino na Civilização Islâmica


Figura 1. A primeira página do Alcorão escrita por Hassan b. Ilyas, ano 1508. Biblioteca Suleymaniye, Ayasofya 1.

O ensino organizado tem sido uma característica da civilização islâmica desde o princípio. O Profeta Muhammad organizaria a formação de um grupo comprometido, que ao longo do tempo se tornaria o povo de conhecimento que espalhou o Islam por toda parte. Este artigo traça sistemas islâmicos de ensino através dos séculos.

 

O ensino organizado universal começou cedo no Islam, nos dias do Profeta, e sempre foi altamente valorizado. Deveras, depois da batalha de Badr (na qual os muçulmanos repeliram as tribos atacantes de Meca) vários habitantes de Meca capturados foram liberados a fim de ensinar a escrever em Medina [1]. O alto patamar do aprendizado no Islam é destacado pelo papel do Profeta; ele foi o primeiro professor de uma instituição organizada. O Profeta se sentava em uma Mesquita cercado pela halaqa e instruía seus ouvintes; estes repetiam versos corânicos e ahadith três vezes até aprendê-los [2]. O Profeta enviou professores do Alcorão às tribos, e assim o fez o Califa Umar no ano 17H/638EC [3]. A necessidade do 'ilm foi fortemente enfatizada. Uma classe especial de estudantes foi formada, o ahl al-'ilm, que espalhava o conhecimento das tradições pelo território muçulmano [4]. Eles reuniam pessoas ao seu redor para instruí-las nos princípios mais importantes do Islam. Nesta forma simples de instrução, que era uma forma de edificar admoestação, estava o princípio dos estudos islâmicos [5].

Os primeiros professores foram encomendados pelo Profeta, e como ele, ensinavam gratuitamente [6]. Ao lado dele, eles foram os arquitetos de uma sociedade educada, cujos líderes eram verdadeiramente seus professores [7]. Membros desta sociedade, os professores e os aprendizes, eram coletivamente e individualmente responsáveis por defender seus padrões morais e corrigir lapsos: "ordenar a honra, proibir a desonra" [8]. O número de kuttabs (instruídos) e mu'allams (professores) no mundo muçulmano aumentou rapidamente e em larga escala até quase todas as aldeias terem o seu próprio kuttab se não mais do que um [9]. Em Palermo, por exemplo, Ibn Hawqal em sua visita à Sicília afirmou ter contado cerca de 300 professores primários [10]. Um contemporâneo do Califa Umar de Jubayr b. Hayya, que mais tarde foi funcionário e governador, era professor em uma escola em Taif [11]. Homens famosos como al-Hadjadd, o poeta al-Kumayt e al-Tirimmah foram considerados mestres [12].

Na busca pelo conhecimento, al-Faruqi insiste, "todo mundo sentia-se como um recruta" [13]. Inicialmente julgava-se errado receber pagamento por ensinar, especialmente o Alcorão e a religião. Isto foi levado ao extremo; um homem que caísse num poço não deixaria um aluno tirá-lo, por receio de que fosse considerado como pagamento por seus ensinamentos [14]. Um erudito comprou algumas coisas em uma loja, mais do que podia transportar confortavelmente, ao que o lojista se ofereceu para levar uma parte para ele. No caminho o lojista fez uma pergunta. Antes de respondê-la, o erudito tomou-lhe o que estava carregando. O voluntariado se tornaria pagamento [15]. Um jovem estudava as tradições sem pagar qualquer taxa, mas quando ele pediu para ler al-Mutanabbi com o comentário de Abu Zakariya, seu professor exigiu uma taxa pois se tratava de uma poesia; o pai do rapaz pagou cinco dinares antecipadamente [16]. Um homem tomou um mithqal de prata por dia para ensinar a alguém o Alcorão; a instrução durou cinco ou seis meses, mas ao final o dinheiro foi devolvido para o aluno, pois o pagamento foi apenas um teste de sua dedicação [17].

Como esses estudiosos eram capazes de dedicar tanto para o desempenho de tais feitos intelectuais? De acordo com Pedersen, isso se deu principalmente porque a maioria deles viveu uma vida de "grande contentamento". Aprender a vida do intelecto estava 'intimamente ligado à religião', dedicar-se a ambos proporcionava uma satisfação interior e era [um] serviço para Deus [...] o que não só fez os homens letrados dispostos a aceitar a privação; mais que isso, levou outros a lhes ajudar [18]. As Mesquitas receberam uma grande variedade de ajuda e subvenções para os estudiosos de várias instituições. Independente de suas origens sociais, a subsistência dos estudiosos foi assegurada, muitas vezes em 'medidas liberais'. [19]

O Califa Umar (12-23AH/634-644EC) é famoso por seu dito: "Ensine seus meninos natação, arco e flecha, equitação, provérbios famosos; e boa poesia" [20]. Outro currículo público é atribuído a Ibn al-Tawam que é lembrado por ter dito: "Para efetivar o seu dever para com os seus filhos, os pais devem educá-los com a escrita, aritmética e natação" [21]. Quando aqueles que tinham aprendido o Alcorão assumiram a tarefa de educar as crianças, ele tornou-se o centro do curso primário. Aprender o Alcorão, então, precedia tudo, e em seguida vinha a instrução religiosa [22]. Com gramática e aritmética, o curso primário era concluído [23].

Ibn al-Hajj (736H/1336EC) tem muito a dizer sobre a escola em geral, como aqui resumido por Tritton:

'As escolas deveriam estar (em) um bazar ou uma rua movimentada, e não em um lugar isolado. A ênfase na publicidade é forte; o mestre não deve enviar um rapaz à sua casa com uma mensagem para que haja rumores sobre relações do rapaz com mulheres. A Mesquita não é lugar para uma escola, para que algumas pessoas enviem meninos apenas para ficarem livres deles e tais crianças contaminem a si e ao lugar onde o Alcorão é ensinado. A escola é um lugar para o ensino, não uma casa para se alimentar, de modo que os rapazes não devem trazer comida ou dinheiro para comprá-la, devem ir para casa fazer as refeições. Deve-se verificar o tempo necessário para ir, a fim de evitar a ociosidade. Uma das razões para esta decisão é o respeito pelos sentimentos dos rapazes pobres que poderiam desejar a comida trazida pelos afortunados. Se algum alimento for trazido, o mestre eventualmente não o partilharia com os rapazes, nem o enviaria para sua casa. Ele poderia tomar as sobras ou, se o rapaz não comeu, ele poderia tomar tudo, e, em ambos os casos, deveria comunicar aos pais.' [24]

Desde os primeiros tempos os estudiosos de renome ensinavam nas escolas. Assim Dahak ibn Muzahim, o exegeta, tradicionalista e gramático, que morreu em 105H/723EC ou 106H/724 EC, tinha uma escola em Kufa, dita ter atendido 3.000 crianças, onde ele costumava subir e descer de um jumento entre seus alunos [25]. Como a linguagem era de extrema importância, descobrimos um beduíno sendo nomeado e pago como professor dos jovens em Basra [26]. Escritores da época não eram de uma determinada classe, vinham de todas as esferas da vida. Por exemplo, al-Ahmar (194H/810EC), que ensinou os filhos de Harun al-Rashid, deu suas palestras encharcado de almíscar e incenso e forneceu ao público todos os materiais de escrita necessários [27]. Seu contemporâneo, al-Farra, no entanto, vestia-se modestamente e sentava-se no chão, enquanto seu público se agachava na poeira na frente dele [28]. Normalmente o autor se sentaria de pernas cruzadas com os seus ouvintes sentados em círculo. Próximo a ele estaria seu aluno mais confiável que fielmente transcrevia tudo o que seu professor dissesse [29].


Figura 2. A Biblioteca pública de Hulwan em Bagdá, de um manuscrito do século XIII 'Maqamat por Hariri. Imagem copiada de: 1001 Inventions: Discover the Muslim Heritage in Our World. Chefe Ed. Salim T S Al-Hassani, Manchester: FSTC de 2006.

Na organização, um professor deve ter um adjunto para colocar a classe em seus lugares, bem como os visitantes de acordo com a sua classificação; a fim de despertar os que dormem; para advertir aqueles que fazem o que não deveriam ou omitem o que deveriam fazer, e os advertir a ouvir as instruções. Em sala de aula, conversa, risos e piadas são proibidos. Um governante do Egito participou de uma aula e falou com seu irmão; o professor disse: "Não é para você falar enquanto lemos a Tradição." [30] O assistente do professor foi chamado de mustamli; este termo é mencionado no tempo de Abdullah ibn Tahir ou talvez antes. Diz-se que seu dever era repetir as palavras do professor para o benefício daqueles que não o puderam ouvir; presume-se que o mustamli foi um tutor [31]. Al-Jubba'i teve um mustamli que o ajudava e respondia-lhe as perguntas. Em outros casos, esse assistente corrigia equívocos do mestre. Um professor falou um nome como Habban, quando deveria ter dito Hayyan. Daraqutni percebeu o erro, esperou até que a classe se dispersasse e, então, disse ao professor [32]. A título de curiosidade, ele participou da aula na sexta-feira seguinte e ouviu o professor dizer ao mustamli para informar a classe sobre o equívoco no nome. Era também sua função colocar a classe em ordem depois da leitura de abertura e da oração. O mustamli poderia ser uma pessoa importante. Em 284H/897 EC, por exemplo, um certo mustamli era conhecido como 'o tradicionalista de Nisapur.' [33]

O nome sobreviveu, mas por volta do final do século XII EC, um novo título apareceu: mu'id. Havia um em uma escola construída por Salah ad-Din; um pouco mais tarde uma escola tinha dois mu'id para cada professor; cerca de 680H/1281 EC encontramos um professor com um mu'id; um professor da al-Mustansiriya tinha dois, um de cada lado repetindo tudo o que ele dizia [34]. Em Aden 691H/129 EC um mesmo homem foi professor e mu'id; outro era ao mesmo tempo juiz e mu'id; outro ficou neste posto um longo tempo; todavia, podia acontecer de o professor ser um homem pobre e o mu'id ser bem de vida; um homem podia ser professor em uma escola e mu'id em outra [35]. Um teórico diz que o mu'id devia colocar seus deveres de faculdade em primeiro lugar; outras tarefas são extras e supererrogatórias. Quanto aos estudantes, eles devem demonstrar o que memorizaram – repetindo suas aulas em linguagem familiar – e ele, o mu'id, deve rever com eles o que têm dificuldade para entender na aula do professor [36]. O assistente, por qualquer nome que fosse chamado, era um tutor que prestava mais assistência individual do que era possível para o professor [37]. O método de um homem é assim descrito:

'Ele passou diversas vezes o trecho do livro da lei; revisou-o com os alunos até que o memorizassem; chamou atenção para as decisões divergentes de Malik e Abu Hanifa, em particular, e às vezes de outros, e às peculiaridades do texto; Ele, então, citou os textos comprobatórios, em seguida apresentou casos análogos em linguagem muito clara, repetindo-os em palavras diferentes, até que se fixassem nas mentes dos estudantes.' [38]

A memorização desempenhou um papel central. Autores ditavam milhares de páginas desta forma. O filólogo al-Bawardi ditou de memória 30.000 páginas sobre temas linguísticos; al-Tabari, o famoso historiador e comentador sobre o Alcorão, também ditou o mesmo número de páginas; o estudioso egípcio Jalal al-Din al-Suyuti (956H/1550 EC) ditou cerca de 600 livros [39]. Estas são incríveis proezas de memorização para os nossos padrões, mas vindo de uma tradição que valorizava a comunicação oral, onde boa memória era considerada uma ferramenta indispensável para escritores, não é de todo surpreendente, nem incomum. [40]

Nos novos estudos relacionados à Mesquita, aprender de cor e a compreensão do Alcorão formavam o ponto de partida, e em seguida vinha o estudo do Hadith, pelo qual a conduta adequada para um muçulmano era determinada. O Profeta foi muitas vezes questionado sobre assuntos de fé e conduta, dentro ou fora da Mesquita [41]. Após sua morte, seus companheiros foram consultados da mesma forma e o estudo científico começou com a coleta e combinação de Ahadith. Este processo reflete-se nos próprios ahadith. De acordo com eles, até mesmo o Profeta, em sua vida, foi questionado sobre os Ahadith [42].

Foi a partir do estudo do Alcorão e dos ahadith que uma ciência de jurisprudência começou a se desenvolver, uma vez que os princípios que deveriam ser seguidos pelos fiéis não vêm sempre prontos da simples leitura das escrituras [43]. A faculdade de Direito, portanto, começou como uma Mesquita e logo foi acompanhada pela khan , ou pousada, para estudantes de fora da cidade. O local de hospedagem ao lado da Mesquita foi especialmente necessário para o estudante de direito como diferenciado, por exemplo, do estudante de Hadith. Jurisprudência era agora uma ciência cujos rudimentos tiveram que ser aprendidos ao longo de um período de anos, normalmente quatro, e estes geralmente sob a direção de um mestre [44]. Na maioria das Madrassas e Mesquitas, estudantes de direito foram capazes, e muitas vezes obrigados, a aprender um pouco de matemática [45]. Também, certos temas foram ministrados em pouca ou em maior profundidade, enquanto outros não foram ministrados, ou foram ministrados em um momento na história e não foram em outros, novamente devido às circunstâncias e às situações locais. Em Bagdá, a Madrassa al-Mustansiryia foi reservada para a Medicina. Em Madrassas indianas, durante o reinado de Akbar, o programa incluiu alguns novos temas como a Agricultura, Economia, Civismo e História [46].

Consultores jurídicos (especialistas em direito) foram citados por dizerem que, em seus dias de estudante, costumavam repetir cada aula de direito cinquenta vezes ou mais, a fim de memorizá-las. Um exercício de escola foi desenvolvido, no qual os alunos entrevistavam um ao outro como uma ajuda para aprender a lição e como uma competição para ver quem sabia mais que o outro. O termo usado para esse exercício foi mudhakara ('algo para se ocupar com outro, testar o outro') [47].

Contudo, a importância do entendimento também foi reconhecida, principalmente como estudos legais desenvolvidos, e este é o significado lexical do termo fiqh, que vem a ter o significado técnico de 'lei positiva'. Esta mudança de ênfase para ambos, a memorização e a compreensão, é ilustrada pelo dizer "a aprendizagem é uma cidade em que um dos portões é a memória e o outro é o entendimento." [48] Após o exemplo da Escola de Medicina do Cairo, outras escolas de medicina exigiram que seus alunos passassem por um exame rigoroso [49]. O candidato, então, recebia autorização para firmar a prática da sua profissão [50].


Figura 3. Uma página de amostra do manuscrito do Hajji Khalifa Jihannuma.
Biblioteca Suleymaniye, Haci Mahmud 5616.

Diz-se que al-Nizamiya foi a primeira escola em que o professor foi pago [51]. Em uma Madrassa, fundada por Salah ad-Din, no Egito, era pago ao professor de direito o valor de quarenta dinares, dez dinares para gerenciar a propriedade, além de sessenta pães e dois suprimentos de água por dia [52]. Em outra escola no Egito o professor recebia sessenta dirhams e os mu'id recebiam quarenta dirhams, enquanto em Ta'izz o salário era de trinta dinares, em outros lugares foi mencionado ser de mil dirhams [53]. Ibn Jama'ah foi demitido do cargo de juiz, então foi lecionar e recebia 1.000 dirhams [54].

Em geral, a Mesquita e a Madrassa eram fundações beneficentes com base em waqf. O fundador estava livre para estabelecer um ou outro tipo de instituição. Ele poderia, no seu ato de fundação, fazer quaisquer estipulações que desejasse em relação a qualquer aspecto dela, quer se trate de uma Mesquita ou uma de Madrassa, com apenas uma limitação à sua liberdade de escolha: nenhuma das suas disposições poderia infringir os princípios da Islam [55]. Financiamentos cobriam a manutenção, a remuneração dos professores, o pagamento do alojamento e alimentação dos estudantes e cobriam também bolsas de estudo para aqueles em necessidade. Eram atendidos, mais particularmente, estudantes de fora da cidade. Em Tlemcen, na Argélia, ainda podem ser vistos os antigos quartos para estudantes, perto da Mesquita de Sidi Boumedienne [56].

É relevante o fato de que o estatuto jurídico da Madrassa permitia ao fundador manter o controle total sobre a parte pessoal e administrativa da instituição e, portanto, a retenção do poder do patrocínio. Para funcionários do governo, tal como um vizir, era permitido atrair o apoio da classe e requerer apoio através de seus líderes religiosos, empregados pelo fundador. Para estes homens, bem como para os homens de menor poder, a lei do waqf lhes permitiu colocar sua riqueza onde poderia estar protegida contra o confisco [57]. O fundador poderia impor condições, até mesmo sobre o tempo de estudo. Em uma determinada instituição, estava previsto que o professor deveria se orientar sobre as diferenças das escolas legais; um homem foi nomeado para uma escola, mas renunciou porque não cumpria aquela condição; outra escola estabelecia que o professor deveria conhecer a Sihah de Jawhari [58].

A aprendizagem também teve os seus objetivos. Scott afirma que existe uma notável relação entre o procedimento instituído por essas instituições e os métodos atuais [59]. Tiveram seus cursos colegiais, seus prêmios por proficiência em bolsas de estudos, seus concursos poéticos e de oratória, suas formaturas, seus diplomas [60]. No departamento de medicina um exame rigoroso e extenso, conduzido pelos médicos mais eminentes da capital, era exigido de todos os candidatos ansiosos para exercer a sua profissão, e aqueles que não conseguiam passar no teste eram formalmente declarados incompetentes [61]. O estudante de Direito, após o treinamento básico de graduação, se fosse bem-sucedido e escolhido por seu mestre como um companheiro, iniciava estudos de pós-graduação que duravam um período indefinido de tempo, alguns trabalhavam como tutores (mu'ids) de seus mestres durante cerca de vinte anos antes de adquirir sua própria cátedra [62]. O estudante de direito buscava a obtenção de uma autorização que abrangia um campo de conhecimento, uma ijaza, a licença para lecionar no curso de direito e para emitir pareceres jurídicos, ijazat al-tadris wa'l-fatwa, que poderia obter de um mestre jurisconsultor [63].

Concluindo, é assim que, com a inspiração do Profeta Muhammad, desde o seu tempo, a organização do ensino e da aprendizagem tomou uma posição séria e firme na Civilização Islâmica. Em qualquer que seja o campo, os muçulmanos foram hábeis em projetar estruturas e métodos capazes de assegurar que o conhecimento fosse passado para as gerações futuras, para novos progressos na aquisição de conhecimento.

 

REFERÊNCIAS

[1] Al-Mubarrad, Kamil, ed. Wright, p. 171; em J. Pedersen (G. Makdisi): "Madrassa", em Encyclopaedia of Islam; vol. 5; 1986; pp. 1123-34; at p. 1123.

[2] Al-Bukhari, bab 8, 30, 35, 42; em J. Pedersen (G. Makdisi), "Madrassa", op cit.; p. 1123.

[3] Al-Bukhari; Ilm., bab 25; op cit.

[4] Al-Bukhari; bab 7, 12.

[5] J. Pedersen (G. Makdisi): "Madrassa", Encyclopedia of Islam, 2ª. Ed. p. 1123.

[6] A. L. Tibawi: Islamic Education; Luzac; Londres; 1972; p. 24.

[7] Ibid, p. 24.

[8] Ibid, p. 24.

[9] A. Shalaby: History of Muslim Education. Beirute: Dar Al Kashaf, 1954, p. 22.

[10] Ibn Hawqal: Kitab surat al-Ard; Vol 1; p. 136. Em A. Shalaby: op cit; p. 22.

[11] Ibn Hadjar, Isaa, Cairo 1325, I, 235; em J. Pedersen (G. Makdisi): "Madrassa", op. cit., p. 1123.

[13] I. & L. al-Faruqi, The Cultural Atlas; op cit.; at p. 320.

[14] A. S. Tritton: Muslim Education in the Middle Ages. Londres: Luzac and Co. Ltd., 1957, p. 90.

[15] Ibid, p. 90.

[16] Ibid, pp. 90-1.

[17] Ibid, pp. 90-1.

[18] Z. Sardar and M. W. Davies: Distorted Imagination; Londres: Grey Seal Books, 1990, pp. 98.

[19] Ibid, pp. 98.

[20] Al-Jahiz: Al-Bayan; Vol. 2; p.92; em A. Shalaby: History of Muslim Education; op cit.; p. 22.

[21] Ibid.

[22] Al-Ghazali: Ihya ‘ulum ad-din; III; p. 57; A. Shalaby: History of Muslim Education; p. 22.

[23] A. Shalaby: op. cit., p. 22.

[24] A. S. Tritton: op cit.; p. 84.

[25] Yaqut, ibn-'Abd Allah al-Hamawi: Irshad al-Arib ila Ma'rifat al-Adib, também referido como Mu'jam al-Udaba, Dictionary of learned Men, edit., D. S. Margoliouth, Luzac, 1907 ff.; IV, pp. 272-3.

[26] Yaqut: Irshad al-Arib ila Ma'rifat al-Adib,; II; p. 239.

[27] Z. Sardar and M.W. Davies: Distorted Imagination; op cit.; p. 98.

[28 ] Ibid, p. 98.

[29] Ibid, p. 98.

[30] A.S. Tritton: op cit.; p. 87.

[31] Ibid, p. 87.

[32] Ibid, p. 87.

[33] Ibid, p. 88.

[34] Ibid, p. 88.

[35] Ibid, p. 88.

[36] Ibid, p. 88.

[37] Ibid, p. 88.

[38] Ibid, p. 88.

[39] Z. Sardar and M.W. Davies: Distorted Imagination; op cit.; p. 98.

[40] Ibid, p. 98.

[41] Al-Bukhari; Ilm; bab 6, 52; 23, 24, 26, 46; em J. Pedersen (G. Makdisi): "Madrassa", Encyclopedia of Islam, 2nd. Ed. pp. 1123-4.

[42] Al-Bukhari; bab 4, 14, 33, 50, 51, 53; em J. Pedersen (G. Makdisi), op. cit., pp. 1123-4.

[43] J. Pedersen (G. Makdisi): "Madrassa", ibid.

[44] Ibid, p. 1124.

[45] A. I. Sabra. "The Scientific Enterprise" em Islam and the Arab World. Editado por Bernard Lewis, 1976, p. 183.

[46] S. M. Hossain: A Plea for a Modern Islamic University: Resolution of the Dichotomy, em Aims and Objectives of Islamic Education, S M al-Naquib al-Attas ed., Hodder and Stoughton; King Abdulaziz University, Jeddah. 1977; pp. 91-103, p. 101.

[47] J. Pedersen (G. Makdisi), op cit.; p. 1130.

[48] J. Pedersen (G. Makdisi), op cit.; p. 1130.

[49] J.W. Draper: History of the Conflict; op cit.; pp. 115.

[50] Ibid, pp. 115.

[51] Ibid, pp. 90-1.

[52] Ibid, pp. 90-1.

[53] Ibid, pp. 90-1.

[54] Ibid, pp. 90-1.

[55] J. Pedersen (G. Makdisi), op cit; p.1128.

[56] C. Bouamrane-L. Gardet: Panorama de la pensee Islamique; Sindbad; 1-3 Rue Feutrier; Paris 18 (1984), principalmente no capítulo X, por Louis Gardet: Notion et principe de l'education en Islam: pp. 205-226; at p. 224.

[57] J. Pedersen (G. Makdisi), op cit; p. 1128.

[58] A.S. Tritton: Muslim Education in the Middle Ages; op cit.; pp. 91.

[59] S. P. Scott: History of the Moorish Empire in Europe; Filadélfia e Londres: J. B. Lippincott Company, 1904, vol. 3; p. 468.

[60] Ibid, p. 468.

[61] Ibid, vol. 3; p. 468.

[62] J. Pedersen (G. Makdisi), op cit.; p. 1124.

[63] Ibid, p. 1124.

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