Guia Prático - como reagir ao presenciar um caso de islamofobia

Nos últimos tempos, grupos de monitoramento e pesquisa têm relatado um aumento acentuado do ódio anti-muçulmanos – 326%, mais precisamente - em ataques de islamofóbicos.

E não é apenas na Europa ou Estados Unidos, em todo o mundo os casos aumentam e se agravam. Por exemplo, na França, cada vez mais anti-muçulmana, houve a proibição do burkini em mais de 30 zonas costeiras, e o Estado delegou policiais armados que fizeram cumprir os decretos municipais arbitrários. Outros países da Europa, especialmente os que recebem imigrantes e refugiados, os casos de islamofobia têm crescido assustadoramente, mas também há reflexos nas Américas do Norte, Central e do Sul e em muitos países onde os muçulmanos são minoria absoluta.

Aos vinte e dois anos de idade, a ilustradora Marie-Shirine Yener, que atende pelo pseudônimo "Maeril" vive em Paris. Ela decidiu criar um guia para dar conselhos às pessoas sobre como elas podem ajudar os muçulmanos que são sendo assediados.
Maeril baseou sua estratégia no "comportamento não-complementar", um conceito de psicologia que visa impedir um potencial invasor de tentar estabelecer uma conexão opressiva com seu alvo.


1) Converse com a vítima, ignore o atacante:

2) Fale sobre algo casual:

3) Continue envolvendo a pessoa muçulmana na conversa, construa um espaço seguro, assim como ignore o atacante:

4) Fique com eles até que o atacante deixe o local, e leve a pessoa para uma área neutra:


Fonte de pesquisa: https://www.indy100.com


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